"Mais adiante viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu e João, seu irmão, na barca com seu pai, os quais estavam consertando as redes e os chama. Abondonando o pai e deixando seu barco na praia, eles se puseram a segui-lo" ( mt 4, 21-22 ).
"Quando o Espirito impuro sai do homem, anda por lugares áridos em busca de repouso e não o encontra entao diz: Voltarei à minha casa de onde saí.
A sua chegada, encontra-a vazia, varrida e enfeitada vai então tomar consigo outros sete espíritos piores do que ele; entram e ai se instalam. E o último Estado daquele homem se torna pior que o primeiro" ( mt 12, 43-45 ).
Galvão, Antônio Mesquita, 1942, Deixei Meu Barco na Praia.São Paulo:Loyola, 1983. 95p. 18cm
quinta-feira, 12 de abril de 2007
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